Clique aqui para ver o post no novo endereço
Barack Hussein Obama, o primeiro negro eleito presidente nos Estados Unidos. Um marco não só para política norte-americana, mas para a política mundial. Há quem busque explicações para o “Fenômeno Obama”. É difícil afirmar que existe uma razão concreta. Provavelmente a explicação mais lógica seja a diferença de Obama para todos os outros presidentes eleitos; afinal, é negro, descendente de muçulmanos. Com o slogan de mudança, tudo se facilitou. Todavia, a mudança proposta pelo presidente eleito vai muito além de sua herança cultural. Como afirmou Arnaldo Jabor logo após a eleições, o principal responsável pela vitória de Obama nas urna é o próprio George Bush. A rejeição do atual governante norte-americano é absurda. Várias de suas grandes decisões e atitudes, como aquelas relacionadas a guerra no Iraque, são bastante contestadas e gera uma rejeição bastante alta. Essa rejeição é consideravelmente alta nos Estados Unidos. No mundo, então, nem precisa dizer. O resultado das eleições foi recebido com festa em vários países do mundo. Os cinco continentes celebraram Obama; os cinco continentes acreditam em Obama; os cinco continentes vêem em Obama uma oportunidade de mudança para consertar as contestadas decisões de George Bush. Não é difícil vermos manifestações com pessoas queimando fotos de George Bush. Bandas norte-americanas, como o Living Things, já queimaram imagens do presidente; algumas outras, como o Rage Againts the Machine, faz duras críticas durante seus concertos. É assim que Bush deixará o poder dia 20 de janeiro de 2009. O mundo quer alguém para colocar um fim na Doutrina Bush, na guerra no Iraque, na proibição do casamento gay. Seria Bush o homem mais odiado no mundo? Talvez sim; ou talvez não. O mundo simplesmente não quer ver mais seu rosto na televisão. Por isso, o mundo agradece a George Bush, por ter feito Barack Obama um fenômeno.
Rage Against the Machine – Know your enemy