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Archive for the ‘Amor’ Category

Isso que é propaganda – Skol “Paquera” I

Posted by Murilo Romulo em abril 1, 2009

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Hoje é dia da mentira, mas é verdade que o “Isso que é propaganda” está de volta. Após bastante tempo sem postar boas propagandas, estamos de volta com um ótimo comercial de 2002 da cerveja Skol. A correria com estudos faz com que não sobre muito tempo para propagandas, mas aos poucos mantenho atualizada. Sem muita enrolação…

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“Seu pai trabalha na Eletropaulo?” – A Arte da Cantada IV

Posted by Murilo Romulo em março 23, 2009

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“- Está com calor?
– Sim!
– Prazer, ventilador!”

A lenda está de volta. A quarta versão do post de cantadas está mais do que pronta, com cantadas mais inéditas, exclusivas e bombantes do que nunca. Mesmo postando pouco e sem postar cantadas há bastante tempo (último post a respeito foi a setembro passado), o trabalho para o sucesso do blog é interminável. Horas e mais horas de estudo e de sono; dezenas e dezenas de pessoas mobilizadas; garotas e mais garotas “cantadas” com os diversos xavecos. Tudo para este post existir. Várias saindo do forno, que ninguém nunca ouviu. Outras tantas testadas; algumas nem sempre aprovadas (ou nunca). Após muito prometer, enfim…

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(H)Amor, (H)Amor

Posted by Murilo Romulo em fevereiro 27, 2009

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Odeio o cinismo,
Odeio a minimização
A ética falha,
A passividade

Odeio a infantilidade,
Rejeito o achismo.
Ojeriza à vaidade
E o poder do dinheiro

Odeio os que querem,
Pensam e acham que são
Algo de alguém
Se não sabem quem são

Amo, Amo
Àqueles que são
Os típicos seres,
Seres, seres humanos

Rejeito o óbvio,
Odeio a omissão.
Para não ser implicante,
Amo as vacas

Falta de paciência…

Ira! – Flores em você

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Trem Duplo

Posted by Murilo Romulo em janeiro 19, 2009

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Ah que saudade de Minas
Mina de Minas,
Mas que Minas!
Mas que Mina!

Minas e suas Minas
Tão lindas quanto Minas
Que amo tanto de paixão
Que tenho no fundo do coração

Em Minas tem uma Mina
Uma Mina de ouro
Uma Mina tão preciosa

Em Minas tem uma Mina
Uma Mina maravilhosa
Que queria para mim

Tom Jobim e Elis Regina – Por Toda Minha Vida

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Ajude um Virgem!

Posted by Murilo Romulo em outubro 6, 2008

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Calma, não é necessário sair da frente de seu computador; e não, ele não irá até sua casa. Ontem, surgiu na internet um sujeito denominado Junior, tem 25 anos e, segundo ele, é virgem. Sendo algo um tanto frustrante, ele apostou com uma amiga (bonita, segundo ele) que se ele conseguisse 5 milhões de visitas únicas em uma página da internet até o dia 31 de dezembro, ela daria uma “ajudinha”. Exatamente, a real ajuda seria cedida pela amiga, e não por você, caro leitor. Caso não consiga, ele será empregado dela por um mês.

Sendo assim, o Junior criou uma página para contabilizar as visitas, rumo à tão estimada quantia. Não que eu apóie totalmente uma iniciativa como esta, porém eu diria que a garota “merece” ter que cumprir a aposta, apenas porque duvidou da capacidade de nosso colega. Para ter uma idéia do tamanho sucesso que o Junior está fazendo, em apenas um dia ele já conseguiu mais de 24 mil visitas e os números crescem exponencialmente.

Sendo assim, deixo o link para ajudar “O virgem mais famoso do Brasil”.

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Sotaquezim bão dimais…

Posted by Murilo Romulo em setembro 24, 2008

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O sotaque das mineiras deveria ser ilegal, imoral ou engordar. Porque, se tudo que é bom tem um desses horríveis efeitos colaterais, como é que o falar lindo (das mineiras) ficou de fora?

Porque, Deus, que sotaque!

Mineira deveria nascer com tarja preta avisando: ouvi-la faz mal à saúde. Se uma mineira, falando mansinho, me pedir para assinar um contrato doando tudo que tenho, sou capaz de perguntar: só isso? Assino achando que ela me faz um favor.

Eu sou suspeitíssimo. Confesso: esse sotaque me desarma. Os mineiros têm um ódio mortal das palavras completas. Preferem abandoná-las no meio do caminho, não dizem: pode parar, dizem: “pó parar”. Não dizem: onde eu estou?, dizem: “ôncôtô”.

Os não-mineiros, ignorantes nas coisas de Minas, supõem, precipitada e levianamente, que os mineiros vivem lingüisticamente falando, apenas de uais, trens e sôs. Digo-lhes que não. Mineiro não fala que o sujeito é competente em tal ou qual atividade. Fala que ele é bom de serviço.

Pouco importa que seja um juiz ou jogador de futebol. Mineiras não usam o famosíssimo “tudo bem”. Sempre que duas mineiras se encontram, uma delas há de perguntar pra outra: – “Cê tá boa?”. Para mim, isso é pleonasmo. Perguntar para uma mineira se ela tá boa é desnecessário.

Há outras. Vamos supor que você esteja tendo um caso com uma mulher casada. Um amigo seu, se for mineiro, vai chegar e dizer: – “Mexe” com isso não, sô (leia-se: sai dessa, é fria, etc.). O verbo “mexer”, para os mineiros, tem os mais amplos significados… Quer dizer, por exemplo, trabalhar. Se lhe perguntarem com o que você mexe, não fique ofendido. Querem saber o seu ofício. Os mineiros também não gostam do verbo conseguir. Aqui ninguém consegue nada. Você não dá conta. “Sôcê” (se você) acha que não vai chegar a tempo, você liga e diz: – “Aqui”, não vou dar conta de chegar na hora, não, “sô”. Esse “aqui” é outro que só tem aqui. É antecedente obrigatório, sob pena de punição pública, de qualquer frase. É mais usada, no entanto, quando você quer falar e não estão lhe dando muita atenção. É uma forma de dizer: – Olá, me escutem, por favor. É a última instância antes de jogar um pão de queijo na cabeça do interlocutor.

Mineiras também não dizem apaixonada por. Dizem, sabe-se lá por que, “apaixonada com”. Soa engraçado aos ouvidos forasteiros. Ouve-se a toda hora: – Ah, eu apaixonei “com” ele… Ou: Sou doida “com” ele (ele, no caso, pode ser você, um carro, um cachorro). Elas vivem apaixonadas com alguma coisa.

Que os mineiros não acabam as palavras, todo mundo sabe. É um tal de “bonitim”, “fechadim”, e por aí vai. Já me acostumei a ouvir: – E aí, “vão?”. Traduzo: – E aí, vamos? Não caia na besteira de esperar um “vamos” completo de uma mineira. Não ouvirá nunca.

Eu preciso avisar à língua portuguesa que gosto muito dela, mas prefiro, com todo respeito, a mineira. Nada pessoal. Aqui certas regras não entram. São barradas pelas montanhas. Por exemplo, em Minas, se você quiser falar que precisa ir a um lugar, vai dizer: – Eu preciso “de” ir. Onde os mineiros arrumaram esse “de”, aí no meio, é uma boa pergunta. Só não me perguntem. Mas que ele existe, existe. Asseguro que sim, com escritura lavrada em cartório. Deixa eu repetir, porque é importante. Aqui em Minas ninguém precisa ir a lugar nenhum. Entendam… Você não precisa ir, você precisa “de” ir. Você não precisa viajar, você precisa “de” viajar. Se você chamar sua filha para acompanhá-la ao supermercado, ela reclamará: – Ah, mãe, eu preciso “de” ir?

No supermercado, o mineiro não faz muitas compras, ele compra um “tanto de coisa”. O supermercado não estará lotado, ele terá um “tanto de gente”. Se a fila do caixa não anda, é porque está “agarrando” lá na frente. Entendeu? Agarrar é agarrar, ora! Se, saindo do supermercado, a mineirinha vir um mendigo e ficar com pena, suspirará: – “Ai, gente, que dó”.

É provável que a essa altura o leitor já esteja apaixonado pelas mineiras. Não vem “caçar confusão” pro meu lado. Porque devo dizer, mineiro não arruma briga, mineiro “caça confusão”. Se você quiser dizer que tal sujeito é arruaceiro, é melhor falar, para se fazer entendido, que ele “vive caçando confusão”.

Para uma mineira falar que algo é muitíssimo bom vai dizer: – “Ô, é sem noção”. Entendeu? É “sem noção! ” Só não esqueça, por favor, o “Ô” no começo, porque sem ele não dá para dar noção do tanto que algo é sem noção, entendeu?

Capaz… Se você propõe algo ela diz: – “Capaz”!!! Vocês já ouviram esse “capaz”? É lindo. Quer dizer o quê? Sei lá, quer dizer “ce acha que eu faço isso!?” Com algumas toneladas de ironia… Se você ameaçar casar com a Gisele Bundchen, ela dirá: -“Ô dó dôcê”. Entendeu? Não? Deixa para lá. É parecido com o “nem…”. Já ouviu o “nem…?” Completo ele fica: – Ah, “nem”… O que significa? Significa, amigo leitor, que a mineira que o pronunciou não fará o que você propôs de jeito nenhum. Mas de jeito nenhum. Você diz: – Meu amor, “cê” anima “de” comer um tropeiro no Mineirão? Resposta: – “Nem…”. Ainda não entendeu? Uai, nem é nem.

A propósito, um mineiro não pergunta: – Você não vai? A pergunta, mineiramente falando, seria: – “Cê” não anima “de” ir? Tão simples. O resto do Brasil complica tudo. É, ué, cês dão umas volta pra falar os trem…

Falando em “ei…”. As mineiras falam assim, usando, curiosamente, o “ei” no lugar do “oi”. Você liga, e elas atendem lindamente: – “Eiiii!!!”, com muitos pontos de exclamação, a depender da saudade… Tem tantos outros… O plural, então, é um problema. Um lindo problema, mas um problema. Sou, não nego, suspeito. Minha inclinação é para perdoar, com louvor, os deslizes vocabulares das mineiras. Aliás, deslizes nada. Só porque aqui a língua é outra, não quer dizer que a oficial esteja com a razão. Se você, em conversa, falar: – Ah, fui lá comprar umas coisas… – “Que’ s coisa?” – ela retrucará. O plural dá um pulo. Sai das coisas e vai para o que. Ouvi de uma menina culta um “pelas metade”, no lugar de “pela metade”.

E se você acusar injustamente uma mineira, ela, chorosa,confidenciará: – Ele pôs a culpa “ni mim”. A conjugação dos verbos tem lá seus mistérios, em Minas. Ontem, uma senhora docemente me consolou: “preocupa não, bobo!”. E meus ouvidos, já acostumados às ingênuas conjugações mineiras, nem se espantam. Talvez se espantassem se ouvissem um: “não se preocupe”, ou algo assim. A fórmula mineira é sintética. E diz tudo. Até o tchau, em Minas, é personalizado. Ninguém diz tchau pura e simplesmente. Aqui se diz: “tchau pro cê”, “tchau pro cês”. É útil deixar claro o destinatário do tchau. Trem bão também demais sô…
Carlos Drummond de Andrade

Se Drummond diz, não ouso em discordar. Tenho de concordar que é lindo ver uma garota toda tímida, falando com um belo sotaque mineiro.

Cordel do Fogo Encantado – Os Anjos Caídos

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“Você gosta de liquidação?” – A Arte da Cantada III

Posted by Murilo Romulo em setembro 18, 2008

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“- Nossa sabia que você é linda?
– Pena que eu não possa dizer o mesmo de você!
– Pois é, faça igual eu, minta!”

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“Suspende as fritas!” – A Arte da Cantada II

Posted by Murilo Romulo em agosto 26, 2008

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A segunda parte do lendário post. Publicado em 11 de Julho.

 

*Põe um anel de lata na testa*

– Tem alguma coisa na minha testa?

– Tem sim, por que?

– Tira para mim, por favor?

*Garota tira o anel de lata*

– Tsss, abriu tem que provar!

 

Cantar, xavecar, arroizar (para os brasilienses), castelar, ser cara de pau. Todas, formas de tentar se aproximar de outra pessoa no que tange relações amorosas. No outro post, uma seleção de cantadas ruins foi colocada e pude perceber que, mesmo horríveis, algumas várias delas já foram utilizadas. Pior que isso, algumas delas realmente deram certo. Prova de que, mesmo bizarro e com uma analogia engraçada, o que foi escrito é um fato de nossas vidas. Triste.

 

Seria bom se fosse fácil entender os seres humanos. Seres estranhos, que agem sem nenhuma base lógica e que tomam atitudes pelas quais se arrependem grotescamente. Essas atitudes, confessadas como erros irrecuperáveis que abalam todo e qualquer tipo de relação, por mais que não seja amorosa. De fato, triste e lamentável.

 

“- Você tem um brigadeiro?

– Não, por que?

– Então me dá um beijinho”

 

“- Seu pai trabalha na igreja?

– Não, por que?

– Você é meu céu”

 

“- Seu pai é engenheiro?

– Não, por que?

– Você é a construção mais bem planejada que eu já vi!”

 

“- Rola?

– Rola!

– Então agacha que eu chuto.”

 

“- Você tem uma colher?

– Não, por que?

– Eu to dando sopa!”

 

“- Você ficaria comigo?

– Eu só fico com você depois de morta!

– Quer dizer que eu posso te matar de amor?”

 

“Eu não sou Itaú, mas fui feito para você”

 

“- Você vai embora de ônibus?

– Não, por que?

– Você está no ponto!”

 

“Eu não sou McDonald’s, mas amo muito tudo isso”

 

“- Não se machucou?

– Não, por que?

  Quê você caiu do céu”

 

“- Seu pai trabalha na Petrobrás?

– Não, por que?

  Você é o combustível do meu amor

 

“- Seu pai é médico?

– Não, por que?

– Que saúde, hein!”

 

“O cachorrinho tem telefone?”

 

“Vem Burkina, que eu to Faso”

 

“Você é o ovo que faltava na minha marmita.”

 

“Eu beberia o mar se você fosse o sal.”

 

“Não sabia que flor nascia no asfalto.”

 

“To fazendo uma campanha de doação de órgãos! Não quer doar seu coração pra mim não?”

 

“Nossa, Você é tão linda que não caga, lança bombom!”

 

“Essa garota e mais um saco de bolacha, eu passo um mês”

 

“Você é sempre assim, ou está fantasiada de gostosa?”

 

“Você é a areia do meu cimento.”

 

“Ahhh se eu pudesse e meu dinheiro desse!”

 

“Suspende as fritas…. o filé já chegou!”

 

“Você não usa calcinha, você usa porta-jóia.”

 

“O que esse bombonzinho está fazendo fora da caixa??”

 

“Você não é pescoço mais mexeu com a minha cabeça!”

 

“Sexo mata!!! Quer morrer feliz?”

 

“Vamos pra minha casa fazer as coisas que eu já falei pra todo mundo que a gente faz?”

 

“Você é a lua de um luau, quando te vejo só digo: uau uau!”

 

“Essa sua blusa ficaria ótima toda amassada no chão do meu quarto”

 

“Você é o elétron que preenche o meu orbital!”.

 

“Joguei minhas cartas na mesa. E nem pense em puxar truco quando jogar as suas, porque de você eu não corro mais”

 

“Você é tão bela quanto o destroçar de 1000 corpos em brasa sendo atravessados por lindas flechas em meio a gritos de dor.”

 

“Joguei minhas cartas na mesa. E nem pense em puxar truco quando jogar as suas, por que de você eu não corro mais”

 

“- Seu pai é dono da Giannini?

– Por que?

– Você é um violão”

 

“Tira um pedaço do meu coração para costurar o teu”

 

“- Tenho uma coisa importante para te perguntar!

– O que?

– Qual seu sabor preferido de gelatina?”

 

“- Vamos fazer sexo e comer pizza?!

NÃO!

 O quê!? Você não gosta de pizza?”

 

      “- Quer tomar algo?

– Depende, o quê?

– Um banho?”

 

 

Lunática – Relógio do Universo

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