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Archive for the ‘MUNs’ Category

Post à Mineira

Posted by Murilo Romulo em outubro 13, 2008

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Um post mais para atualizar o blog; diretamente de Belo Horizonte (ou Belzonte, como preferir), onde participo do IX Mini ONU, como delegado do SpecPol. Em breve estarei de volta, então escreverei mais a respeito da viagem e acontecimentos. Por enquanto, deixo apenas uma consideração em relação aos mineiros, muito hospitaleiros e gentis.

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O mundo em suas mãos

Posted by Murilo Romulo em setembro 8, 2008

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            O poder. Algo que todos, sem dúvidas, aspiram. Os grandes líderes do mundo tomam as mais diversas decisões e mudam o rumo da história de maneira simples. Declarações, especulações, decisões. Tudo isso, de maneira a criar um ambiente favorável (ou não). Conseguir, em uma simples coletiva de imprensa, alterar a postura de milhões de pessoas; ou mesmo, em uma decisão, mudar todos os parâmetros das atitudes diplomáticas internacionais.

 

            Muito mais que isso, só mesmo poder manipular todas as decisões do mundo. Fazer a parte acadêmica de um modelo lhe concede esse poder. Simplesmente seqüestrar um refém porque, no dia anterior, uma facção criminosa sofrera uma apreensão de equipamentos. Quem sabe, realizar uma explosão num reator nuclear norte-coreano, depois de tanta insistência de vários países. Existe também a possibilidade de uma epidemia de febre do Nilo em uma região da Espanha.

           

            O desespero daqueles que deveriam lidar com o problema criado é evidente. Provavelmente o medo de uma decisão errada acaba fazendo com que a crise termine em tragédia. Ousadia, muitas vezes, acaba faltando; e o risco de algo dar errado leva a uma ação conservadora. No fim, um certo ódio misturado com uma sensação de que os esforços não resultaram em nada acabam prevalecendo, mas ainda assim é divertido. Apenas o fato de sentir na pele que está diante de um problema global é recompensa para qualquer falha.

 

            No fim, acaba gostando. A vontade de sentir o “sofrimento” e o “desespero” para que uma ação frutífera seja tomada, é extremamente compensador.

 

Chuck Berry – Maybellene

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Diário de bordo: SiNUS – Brasília pt. IV (final)

Posted by Murilo Romulo em agosto 13, 2008

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Post de 16 de maio.

 

Após um breve abandono por minha parte e uma distância em relação ao último post, cá estou eu para escrever sobre as aventuras pelas terras de nossa capital. Prometo que esta é a última parte.

Último dia na cidade. Chegamos ao colégio, caras apreensivas para conseguirmos uma resolução. Começo de sessão um pouco travado, até porque muitas delegações se preocupavam muito mais com a resolução do que com os debates, algo natural em última sessão. Basicamente melhoramos a “base” da resolução que começamos no dia anterior.

Muitos delegados fora da sala, grande circulação de pessoas e muita pressa pela resolução. Após algumas discussões tensas a respeito do que colocaríamos na resolução e um certo tempo gasto na confecção, chegamos a um projeto de resolução decente, apesar de eu considerar que a influência dos diretores foi, novamente, um pouco alta. Estávamos diante de um projeto de resolução pronto e concordado por vários. Porém, algumas questões mal abordadas e alguns preciosismos, uma chuva de emendas foi feita. Novamente algo que me emputeceu mostrou-se presente. Professores interferindo diretamente na escrita de emendas e DENTRO DO COMITÊ.

Após alguns acordos e outros desacordos, conseguimos, enfim, aprovar uma resolução para o tema. Uma boa resolução, porém um ou outro ponto um pouco surreal. Nada demais. Dessa forma, encerramos as sessões. Terminadas sessões, comentários, votações informais e “os mais bem vestidos”. Fui o segundo mais bem vestido, algo até que relevante para alguém que anda tão mal vestido no dia-dia. Confesso que Teresa me ajudou na combinação de roupas e etc. Acho que minha criatividade com gravatas contou um pouco para isso.

Depois das sessões, almoço e direto para o aeroporto. Finais dos campeonatos estaduais de futebol ocorriam e algo que achei interessante foi a grande presença de flamenguistas na cidade (influência carioca), tanto que aquela rede que transmite jogos, levou ao ar o jogo do Flamengo para a região. Ao chegar no aeroporto, dei de cara com a “tv” que mostra os horários de vôos e vi o meu confirmado com, pelo menos, 45 minutos de atraso. Problemas brasileiros. Na fila para o check-in. comemorações pelos gols flamenguistas. Demora para conseguir despachar a mala. Terminado o processo, fui para frente da tv descobrir quanto estava meu Palmeiras. 4×0 e o título nas mãos. Pude comemorar antecipadamente o título, em meio a tantos flamenguistas. A alegria, porém, não foi maior que minha revolta pelo atraso e confusão com vôo, que cada hora aparecia em um portão de embarque. Mais espera e depois de um certo sofrimento, embarcava de volta para casa, com mais de 1 hora de atraso.

Despedia-me de Brasília, cidade que gostei muito de conhecer. Algo que gostaria de relevar é a beleza arquitetônica. Prédios padronizados, bonitos. Comércio centralizado, com construções espelhadas, grandes e muito estilosas. O prédio do Banco Central principalmente, já que a quantidade de andares que vemos acima do solo é a mesma que há no subsolo (algo próximo a 20 oO). Outra coisa interessante que percebi foi a incidência de construções subterrâneas, importante para o crescimento de uma cidade. Outro ponto que devo ressaltar é a segurança da cidade. Segundo os próprios moradores, pode-se andar tranquilamente, a não ser próximo a rodoviária durante a noite.

Assim termina a aventura em Brasília. Na volta, vôo tranquilo e cansaço. SiNUS ótima, devo agradecer a todos que estiveram lá.

I Feel Free – Cream

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Diário de bordo: SiNUS – Brasília pt. III

Posted by Murilo Romulo em agosto 11, 2008

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Post de 11 de maio.

 

Mais uma vez, cá estou eu escrevendo sobre a saga em Brasília. A pedidos, detalharei alguns trechos e farei citações.

O segundo dia de discussões fora mais produtivo que o primeiro, já que mantivemos discussões melhores e produzimos mais documentos. O único problema foi o fato de a sessão ter sido curta. Devidos alguns esporros por parte da mesa durante o primeiro dia, o comitê estava muito preocupado em produzir documentos, porém as discussões estavam um pouco travadas. Achei os esporros extremamente exagerados, pois há sim outros meios de fazer um comitê produzir. Embora tenha feito o comitê acordar, foi uma intervenção exagerada por parte da mesa. Isso, mais tarde, apareceu como algo que foi recomendado por secretários. Um erro um pouco grave, no meu ponto de vista.

Com o fim da sessão, fomos conhecer um pouco de Brasília. Combinamos de visitarmos o Memorial JK, uma espécie de museu mantido pela família de nosso ex-presidente, este fundador de nossa capital. O Memorial é simplesmente maravilhoso, roupas usadas pelo casal Kubitschek em posses e condecorações, brasões recebidos por Juscelino, além de vários documentos como papéis de campanha presidencial e metas de governo. Algo muito interessante é o túmulo do presidente. A parte mais sensacional, porém, é a biblioteca do presidente. Simplesmente levaram a biblioteca do Palácio do Catete, no Rio, para Brasília. Desde os móveis que decoravam até as coleções de Shakespeare (6 volumes, primeira coleção de JK, doados pela rainha Elizabeth) e Winston Churchill (6 volumes, nomeados “The Second World War”, o que me fez ter arrepios pela vontade de lê-los). Clássicos da literatura brasileira também marcavam presença. Fiquei simplesmente impressionado.

Após um dia cansativo, não me restou outra opção a não ser descansar e me preparar, já que as sessões e a festa prometia. Como imaginei sessões foram quentes. Uma decepção nesse dia foi a visível bagunça do administrativo da SiNUS. A organização estava fraca e chegou a ponto de faltar martelo no meu comitê. Sim, faltou martelo. Nessa situação, emprestei meu desodorante para pelo menos os delegados ouvirem as batidas na mesa. Talvez a explicação disso seja a grande preocupação que se tinha com a venda de convites e preparação para a festa. Problemas logísticos a parte, aceleramos as discussões do comitê e projetos de resolução começaram a ser feitos. Choveram mais documentos e conseguimos focar as discussões.

Enquanto começávamos a produzir uma boa resolução para o comitê, outro problema. Crise! Todavia, uma crise que não pode ser considerada crise, já que a presença de professores conselheiros continuou permitida, o que, na minha visão, foi um gravíssimo problema para toda a simulação, pois interferiram demais nos debates por meio de conversas com delegados, muitas vezes dentro do comitê. A crise foi uma movimentação militar por parte de Israel próximo a fronteira de Gaza. Algo que me chocou foi a intervenção do diretor diretamente com a minha pessoa. A recomendação era apoiar o delegado do Egito, que defendia a ocupação militar na fronteira da Faixa de Gaza por parte dos palestinos. Qualquer um que entenda um pouco do conflito, sendo um delegado da jordaniano, não apoiaria, já que a Jordânia possui uma grande dependência econômica com os EUA. Um apoio militar causaria um corte de relações com os americanos e uma crise na Jordânia. Lamentável. Em meio a uma “crise” terminava o terceiro dia de sessões.

Novamente, como ninguém é de ferro, festa!! Festa em uma tenda enorme, dentro da UnB. Prometia muito e foi muito além de minha expectativa. Parede de escalada, guerra de cotonetes, apresentação de grafite, comidas, bebidas e doces. Tudo muito bom. Tudo em fartura. A música então, incrível. Uma grande variedade de músicas, misturas inusitadas, porém boas. Novamente, funks que nunca tinha ouvido, algumas músicas que nunca imaginei serem tocadas em baladas, porém mixadas com excelência, o que fez da festa melhor ainda, além dos clássicos psy, techno, retrô e forró. Algo marcante nessa festa foi a animação das pessoas. Todos estavam a mil, pulando e dançando. Até me enrolei em uma bandeira da minha segunda casa, Minas Gerais (valeu Nogueira). Para ter-se uma noção de como estava boa a festa, Teresa e eu dançamos até o fim, quando havia menos de 10 pessoas na pista e a música já parando. Assim acabava o penúltimo dia em Brasília, todos cansados, ansiosos e tristes pelo último dia.

Espero postar o fim da aventura nos próximos dois dias, quando tiver oportunidade, prometo escrever.

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Diário de bordo: SiNUS – Brasília pt. II

Posted by Murilo Romulo em agosto 11, 2008

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Post de 8 de maio.

Continuando a série sobre minhas aventuras pela terra do presidente, vamos a segunda parte.

Como já disse no outro post, em algumas horas na cidade já pude sentir bons ares. Logo na primeira parada descobri um bar chamado Nu Céu, o qual tem um boneco em cima de uma nuvem, com uma mão tapando áreas pornográficas e outra segurando uma caneca de cerveja, algo bem Oktoberfest para pessoas loucas no calor do Rio de Janeiro. Totalmente sugestivo.

Na manhã do dia seguinte, Teresa e eu chegamos ao local da SiNUS (um colégio de Brasília). Durante o caminho pude ver um pouco da cidade, muito bela por seus prédios comerciais, todos grandes e espelhados. O colégio também muito arrumado e bonito. Tentamos fazer o credenciamento, porém uma pequena bagunça não permitiu. Assim, fui direto para o comitê. Entrei na sala e me veio a dúvida: como descobrirei quem é minha dupla? (tínhamos conversado apenas por msn) Esperei alguém tentar algum tipo de comunicação com minha pessoa para descobrir. Algo, no mínimo, bizarro. Para minha sorte, Haianne me chamou e descobri que ela era minha dupla de comitê, Jordânia na Liga dos Estados Árabes.

Durante o primeiro dia de sessões, principalmente pela manhã, as discussões foram improdutivas. Delegados ainda um pouco tímidos, ninguém tomando uma iniciativa muito marcante. Pela tarde, as coisas esquentaram, com representantes do Hamas respondendo perguntas (o tema era O Conflito Civil Palestino). A partir disso o comitê passou por altos e baixos.

Fim do dia, como ninguém é de ferro, festa!!! O tema era filmes, mas como não teríamos fantasias, todos de branco e preto, prontos para cair na balada. A festa foi em um clube, pasmem, dentro da UnB!!! Algo que achei incrível em Brasília é que não tem portão ou muro em volta. Você vira a direita em uma rua e dá de cara com o prédio principal da Universidade; anda mais um pouco e encontra a reitoria, local de algumas manifestações semanas antes (segundo informações tinha até tv 29″ para assistirem o jogo do Flamengo). Voltando a festa, foi muito boa. Música, comida, bebida (maldito frozen, ou raspadinha para os paulistas. Deixou-me com dor de garganta), iluminação, tudo muito bom. Os funks deixaram-me abismado, até porque aqui em São Paulo toca-se apenas uma versão do “Creu”, enquanto lá ouvi umas três diferentes (influência carioca, mais uma vez).

Fim da segunda noite em Brasília, voltamos para casa e dormimos, para estarmos recuperados para o outro dia, sexta-feira. Pela manhã, sessão normal de discussão, apesar da canseira do dia anterior. Sessão com um pouco de cara de ressaca, porém bastante produtiva, vários documentos e delegados empenhados. Fim de sessões pela manhã, tarde livre. Ótima oportunidade para conhecermos um pouco de nossa capital e sua história. Algo, aparentemente, nerd, porém muito interessante e divertido. Essa parte fica para o próximo post, já que necessita de muito detalhes.

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Diário de bordo: SiNUS – Brasília pt. I

Posted by Murilo Romulo em agosto 10, 2008

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Post de 6 de maio.

 

Ausente por alguns dias, cá estou eu novamente. Como havia dito alguns posts atrás, fui fazer uma visita para o presidente, tomar uma cachaça um cafezinho com ele e aproveitar para simular um bucadin. Assim, escreverei em partes um diário de bordo sobre minha ida à capital nacional.

Meu vôo foi quarta-feira, saindo 17:25 de Guarulhos, escala em Goiânia e 20:10 em Brasília. Saímos atrasados, escala rápida em Goiânia e alguns minutos depois estava em Brasília (não deu nem tempo de dormir entre a escala e a chegada). Ao pousar na capital, já pude ver os problemas brasileiros. Achei que não passaria por tal sofrimento na terra dos manda-chuvas brasileiros, mas foi até pior que o normal. Desembarquei e dei de cara com um aeroporto bonito, moderno. Parei ao lado da esteira para pegar minha mala despachada e ali fiquei um bom tempo. Cansei de ver pelo vidro tratores passando para esteiras ao lado, com montanhas de malas. Após aguardar um bom tempo (algo em torno de 30 minutos) e ver várias malas passarem, menos a minha, fui buscar informações com alguém da TAM. Demorei para encontrar alguém responsável e ao encontrar obtive a resposta “aguarde que sua mala já chega” (isso porque estava de terno. Não que isso mude muito, mas impõe um pouco de respeito, mesmo com minha cara de criança).

O relógio do aeroporto andava e lá estava eu ao lado da esteira vendo malas passarem por mim e nada da minha. Após aguardar algo em torno de 50 minutos, pude tê-la novamente em minha posse. Apesar de bastante emputecido, estava muito mais interessado em conhecer Brasília e simular do que ficar me lamentando o ocorrido. Após aguardar um pouco a chegada de minha amiga, que ficara presa no trânsito, saímos por Brasília (de acordo com conhecidos de lá, a justificativa do aeroporto estar lotado é que, em véspora de feriado, o lema é “apague a luz antes de sair”). Fora esses problemas logísticos de uma cidade que fora planejada para ter menos carros do que tem hoje, fomos em busca de um lugar para comer. Enquanto rodávamos a cidade, me divertia no carro, principalmente pelo fato de que havia um paulista-interiorano (eu), uma carioca e dois brasilienses no carro. Aeroporrrrto (com erre caipira) ou aeropuorto (com erre carioca)? Discussões inúteis a parte, a cidade pareceu-me muito divertida, mesmo com a falta de prédios próximos, pareceu-me moderna e interessante (pensamento que conclui-se correto, mais tarde).

Fomos a uma pizzaria (não farei propagandas aqui). Achei algo fantástico o fato de a área próxima possuir várias vagas de estacionamento e muitos bares/restaurantes, mesmo não sendo um shopping. Para os paulistas, algo próximo a pseudogalerias abertas, só que apenas de estabelecimentos relacionados à alimentação. Tudo me pareceu, de certo modo, calmo. Ruas tranqüilas, sem muita gente. A pizzaria era boa (sem propagandas), mas comprovei algo que tinham me falado antes de ir: tudo era bastante caro. R$3,00 – R$3,50 numa lata de refrigerante é um assalto caro demais. Com esse dinheiro, dá para tomar uma dose de Sagatiba (em homenagem ao russo) comer um nacho em um bom barzinho de São José dos Campos.

Depois disso, cheguei ao apartamento de minha amiga, onde me hospedaria na cidade. Já era começo de madrugada quando apareci por lá. Um breve resumo da chegada e estava eu dormindo, cansado já no primeiro dia. Brasília parecia ser excelente. Assim termino a primeira parte.

Apenas para constar, ví meu Palmeiras campeão depois de tanto tempo. Pude comemorar quase que solitário, em meio a vários flamenguistas, no aeroporto de Brasília, quando voltava.

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Experiência na Arte de Modelar

Posted by Murilo Romulo em agosto 8, 2008

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Post de 11 de abril de 2008, editado.

 

Histórico

Meu primeiro contato com modelos foi, de certa forma, ao ver minha irmã participar do primeiro PoliONU, em 2006. Ainda naquele ano, ela participou do Mini ONU, na capital mineira. A partir desse contato que tive, despertei um grande interesse pela arte, porém ainda nem era um aluno secundarista. No ano seguinte, minha irmã foi diretora do segundo PoliONU.  Após o segundo dia do evento, lá estava eu ajudando no staff. Apaixonei. Todo o trabalho e correria que tive durante aquele feriado foi extremamente gratificante e despertou em mim uma grande vontade de simular.

Logo após o término do evento, decidi que também participaria de modelos. Logo, três meses depois, estava eu indo para a SiEM, em São Paulo. Foi de última hora, inscrição no último dia, sem apoio nenhum, sem noção de como estudar. Ainda mais difícil se se tratando de uma SiEM, um modelo inovador, com comitês totalmente diferentes do comum método ONU. Nesta, tive oportunidade de fazer grandes amizades e conhecer pessoas sensacionais, como alguns colaboradores do Representatives of the World. Ali descobri algo até então desconhecido para mim, tratando-se de modelos. Uma grande camaradagem. Yama, lendário modeleiro de BH me convidava para ir para o Mini ONU, em sua cidade.

Um mês depois estava eu embarcando sozinho para a capital mineira rumo ao modelo. Uma experiência totalmente diferente e boa. Uma cidade diferente, pessoas totalmente desconhecidas (salvo raras exceções). Tive uma participação até que aceitável para um delegado que chegou tão de última hora. Lá tive oportunidade de conhecer uma das melhores cidades do Brasil (o Savassi é lá. Quem conhece, sabe).

Em 2008, fui para SiNUS, em Brasília (postarei o diário de bordo em breve), para o PoliONU, desta vez como chefe de staff multiuso, tendo feito inclusive intervenções. Nesta oportunidade pude realizar alguns sonhos pessoais como modeleiro e fazer alguns testes em comitê. Depois, fui novamente para SiEM, em São Paulo. Encontrei novamente Yama, desta vez como diretor do comitê que participei. Em outubro, volto para o Mini ONU. Prometo publicar as histórias neste blog.

Opinião

Modelos são eventos que, sem dúvida, aguardo muito para poder ir. Modelar é algo maravilhoso. É extremamente divertido, desde as longas horas de estudos na frente do computador até propriamente os dias do evento, cheio de festas e diversões. Com certeza um feriado que não é perdido. Pelo contrário, um grande crescimento para qualquer um. Além disso, afirmo com absoluta certeza que fiz e farei grandes amizades, com pessoas maravilhosas de vários cantos do Brasil, além do fato de que posso conhecer novas cidades apenas simulando (a exemplo de BH e Brasília). Uma grande dose de diversão e conhecimento, sempre, muito bem vinda.

 

Música: Black Dog – Led Zeppelin

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